Castelo de são jorge, lisboa: painel de azulejos.

imagem 1 borda
Artigo publicado em 10/5/2009 17:02:00 na seção Turismo.

Artigo sobre Castelo de são jorge, lisboa: painel de azulejos.

Da Guerra da Restauração aos nossos dias Juntamente com a cidade, o castelo voltou a sofrer com os terramotos de 1531, 1551, 1597 e 1699. A sua história como Paço Real encerrou-se com a mudança do mesmo, ainda no século XVI para o Paço da Ribeira. A partir de então as suas dependências foram utilizadas como aquartelamento. À época da Dinastia Filipina foi novamente guarnecido, tendo sido utilizado como prisão. No contexto da Restauração da Independência, o seu Alcaide, Martim Afonso Valente, honrando o juramento de fidelidade a quem tinha prestado menagem, apenas entregou a praça aos Restauradores após ter recebido instruções de Margarida de Sabóia, Duquesa de Mântua, até então vice-rainha de Portugal, que lhe ordenou a rendição (1640). A mudança da residência real para a zona ribeirinha, a instalação de aquartelamentos e o terramoto de 1755, contribuíram para o declínio e a degradação do monumento. Foi sede da Casa-Pia de 1780 a 1807, quando foi utilizado como Quartel-General por Jean-Andoche Junot. Desse modo, descaracterizado e, em parte, interditado ao lisboeta, chegou ao século XX. Classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16 de Junho de 1910, sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940 e ao final da década de 1990, que tiveram o mérito de reabilitar o monumento, recuperando-lhe a traça medieval. Atualmente constitui-se em um dos locais mais visitados pelos turistas na cidade de Lisboa. O monumento oferece ainda os jardins e miradouros (com destaque para a Praça de Armas com a estátua de D. Afonso Henriques), o Castelejo, a cidadela e a esplanada, um espetáculo multimédia (Olisipónia), uma câmara escura (Torre de Ulisses, antiga Torre do Tombo), espaço de exposições, sala de reuniões/recepções (Casa do Governador) e loja temática aos seus visitantes. Características Castelo de São Jorge, Lisboa: painel de azulejos. O castelo defende a antiga cidadela islâmica, o Alcazar, abrindo-se em seus muros com ameias doze portões, sete dos quais para o lado da freguesia da Santa Cruz do Castelo. Para o exterior, um pano de muralha dá acesso a uma torre barbacã. Dezoito torres dão sustentação e reforço aos muros. Pelo Portão Sul, através da Rua de Santa Cruz do Castelo, acessa-se a Praça de Armas.

Artigo publicado por ismael em 10/5/2009 17:02:00. Os textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores.
Fonte:

Últimos Artigos em Turismo

imagem 2